setembro 26, 2004

Porque o mar é azul


Apeteceu-me parar o tempo.
Deixar que o mar, revolto como os meus pensamentos, se apropriasse de mim e me envolvesse com braços de espuma branca , num perpétuo vai vem como dois amantes presos num movimento de amor. As gotas salgadas seriam pedaços do acto, intemporal, fugaz, eterno.
E o turbilhão que está dentro de mim poderia, finalmente, acalmar; num sono de sonhos que, de tão impossíveis, eu trago comigo mesmo acordada.
E, quando o mar acalmasse, seria invadida por aquele azul intenso que,só por si, me traz o mais tímido sorriso.

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